quinta-feira, 17 de março de 2011


Nova visita a

 No dia 17 de Março, o 6ºK-Pief regressou a Serralves para visitar o Museu de Arte Contemporânea e participar na oficina:
CIDADES: PERCURSOS, INTERVENÇÕES, AFECTOS.   “Cidade domesticada?”
A cidade é uma estrutura complexa que se constrói a partir da espontaneidade daqueles que a habitam e assim “domesticam”. Pensar a cidade pode gerar associações visuais a malhas urbanísticas e a diversificadas manifestações arquitectónicas que decorrem de regras, projectos e planeamento. Na ausência destes factores ficará apenas lugar para desordem e caos? Ou, pelo contrário, um lugar criativo, mais humanizado e livre?”
Orientados pela monitora Raquel Sambade, fomos desafiados a fazer desta oficina um espaço para questionar conceitos e subverter regras, eventual ponto de partida para uma intervenção na nossa escola, na rua ou no bairro onde habitamos.
Manhã bem passada.
Na escola ficaram as maquetas que construímos.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

                   VISITA de ESTUDO ao PARQUE BIOLÓGICO DE GAIA

    As Nações Unidas lembram que a Biodiversidade é a nossa vida.



        No dia 27 de Janeiro de 2011 o 6ºK-PIEF foi visitar o Parque Biológico de Gaia – Centro de Educação Ambiental, de conservação da natureza e do património. É uma reserva protegida que alberga uma grande quantidade de fauna e flora no seu habitat natural. Nela vivem, em estado selvagem, centenas de espécies de animais e plantas.
     Um Centro de Recolha e Recuperação de Aves e outros animais tem permitido devolver muitos à sua vida em liberdade.


     Ao percorrermos o parque encontramos vários espaços naturais, lagos, moinhos, casas rurais, explorações agrícolas, eiras e espigueiros, o Rio Febros e muita informação escrita sobre o meio envolvente, bem como placas de identificação de plantas.
   Nesta visita tivemos ainda a possibilidade de fabricar o pão que comemos ao almoço, no restaurante do Parque Biológico.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

 VISITA DE ESTUDO AO ESTÁDIO DO DRAGÃO

      A construção do Estádio do Dragão transformou a zona oriental da cidade do Porto.


      No dia 13 de Janeiro de 2011 o 6ºK-PIEF foi visitá-lo e apreciar a sua inserção no tecido urbano.


      Ficamos a conhecer uma obra de arte leve, bela, funcional, de futuro.Vimos um equipamento simultaneamente grandioso e elegante, obra magnífica de arquitectura e de engenharia. Um bom exemplo da aplicação da matemática.
    Construir este recinto desportivo foi dotar um local, anteriormente altamente degradado, com um dos símbolos máximos do desporto, mas também da cultura da cidade.
   O pequeno-almoço e o almoço foram no Centro Comercial Dolce Vita, que também visitámos.
  

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

NATAL
   “A ARTE RUPESTRE DO PALEOLÍTICO SUPERIOR DO VALE DO CÔA É UMA ILUSTRAÇÃO EXCEPCIONAL DO DESENVOLVIMENTO REPENTINO DO GÉNIO CRIADOR, NA ALVORADA DO DESENVOLVIMENTO CULTURAL HUMANO; (…) DEMONSTRA, DE FORMA EXCEPCIONAL, A VIDA SOCIAL, ECONÓMICA E ESPIRITUAL DO PRIMEIRO ANTEPASSADO DA HUMANIDADE.”
  (UNESCO – Report on the 22nd session of the World Heritage Comission, Kyoto, 1988).



                                Natal, e não Dezembro

                                       Entremos, apressados, friorentos,
                                Numa gruta, no bojo de um navio,
                                Num presépio, num prédio, num presídio,
                                No prédio que amanhã for demolido...
                                Entremos, inseguros, mas entremos.
                                Entremos, e depressa, em qualquer sítio,
                                Porque esta noite chama-se Dezembro,
                                Porque sofremos, porque temos frio.

                                Entremos, dois a dois: somos duzentos,
                                Duzentos mil, doze milhões de nada.
                                Procuremos o rastro de uma casa,
                                A cave, a gruta, o sulco de uma nave...
                                Entremos, despojados, mas entremos.
                                De mãos dadas talvez o fogo nasça,
                                Talvez seja Natal e não Dezembro,
                                Talvez universal a consoada.

                                                   David Mourão-Ferreira, Cancioneiro do Natal

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

                              TODA A CRIANÇA TEM DIREITOS

    Em 1959 as Nações Unidas adoptaram, por unanimidade, a Convenção sobre os Direitos da Criança – direitos civis, políticos, económicos, sociais e culturais.
     Esta convenção, quando ratificada representa um vínculo jurídico para os Estados que a ela aderem.
   
     O 6ºK-PIEF explorou, nas aulas de várias disciplinas/áreas disciplinares – Língua Portuguesa, Inglês, Artes e Ofícios, Formação Cívica – textos sobre os Direitos do Homem e a UNICEF – agência das Nações Unidas que tem como objectivo promover a defesa dos direitos das crianças, ajudar a dar resposta às suas necessidades básicas e contribuir para o seu desenvolvimento.
      Posteriormente os alunos ilustraram os dez princípios da Declaração dos Direitos da Criança e elaboraram um calendário.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

VISITA AO MUSEU DE FOZ CÔA

Nem a ameaça de neve impediu o 6ºK-PIEF
de visitar o Museu Foz Côa…

       No passado dia 30 de Novembro, a turma PIEF da Escola E.B. 2/3 Padre António Luís Moreira atravessou meio país para cumprir a sua missão: visitar o Museu de Foz Côa!
   O tempo estava muito frio e ameaçava nevar, mas tal não intimidou a turma do 6ºK – PIEF, que explorou e aprendeu imenso com a visita guiada ao Museu de Foz Côa, o segundo maior de Portugal, cheio de aventuras e informação interactiva.


     Localiza-se no cimo de uma montanha, dominando o vale. É uma construção magnífica e a paisagem que dele se desfruta é esmagadora.
   Fantástico. O museu guarda estudos realizados no Vale do Rio Côa onde foram encontrados milhares de desenhos representando cavalos e bovídeos, que o homem, desde há 20000 anos, gravou nas rochas xistosas do vale.
  
     Depois da visita ao Museu a turma partilhou o farnel e fez a viagem de regresso à escola a cantarolar e cheia de energia.